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7 histórias mais estranhas envolvendo radioatividade que existem

POR Diogo Quiareli    EM Curiosidades      11/03/19 às 15h30

Você já deve ter ouvido falar sobre acidentes radioativos ou eventos envolvendo radioatividade. A radioatividade trata-se de uma energia nascida quando os átomos se separam. Os raios de partículas não fazem bem à carne, ou seja, são extremamente desfavoráveis. O mundo em que vivemos preza o dinheiro em demasia e por esse motivo, a história está cheia de contos envolvendo produtos radioativos. Há até mesmo experimentos humanos ilegais. As partículas zingas, por exemplo, causam perigos estranhos após explosões nucleares e, de forma alarmante e assustadora, oferecem perigo aos trabalhadores de crematórios. Talvez, os casos mais enigmáticos envolvendo radiação sejam as zonas abandonadas livres de humanos que foram atingidas pela contaminação.

Essas áreas costumam ter contos únicos e extremamente tristes. Pensando um pouco melhor sobre esse assunto, resolvemos trazer essa matéria. A redação da Fatos Desconhecidos buscou e listou para você, caro leitor, algumas histórias envolvendo radioatividade mais estranhas que existem. Se você já ouviu falar sobre o caso de Chernobyl e do Césio 137, vai se surpreender com essa lista. Confira conosco a seguir e surpreenda-se.

1 - Renas Radioativas

O povo Sami é indígena e vive ao norte do Ártico. Por 9.000 anos, eles viviam com as renas. Essa convivência mudou totalmente após o acidente em Chernobyl, há cerca de 30 anos. Após o acidente, a água, florestas, animais selvagens e plantas foram contaminadas com o Césio 137. Esse composto foi absorvido pelo líquen, um fungo favorecido pelas renas. Enquanto buscavam o líquen, os rebanhos tornaram-se radioativos. As renas se tornaram tão radioativas que o Sami teve que se livrar dos animais. Para o povo que era acostumado a viver com as renas há milênios, isso foi devastador. As pessoas perderam uma grande fonte de comida, roupas, renda e tradições. Em apenas um instante, o lugar passou a coexistir com a natureza a viver em uma das regiões mais contaminadas do mundo. Estudos recentes mostraram que centenas de renas continuam radioativas.

2 - Condicionador de Cabelo

Quando uma detonação nuclear vaporiza diversas coisas na vizinhança, o material fino nubla o céu antes de chover de forma precipitada. O pó radioativo contamina tudo o que toca. É por isso que quando acontece um caso assim, o recomendado é se livrar das roupas, tomar banho imediatamente e lavar os cabelos, mas nunca utilizar condicionador de cabelo. Os cabelos humanos são vertentes de escamas que geralmente se abrem como pinhas. Os ingredientes compostos no condicionar dão ao cabelo uma sensação suave. Esse produto não somente torna o cabelo mais pegajoso, como também bloqueia a queda entre escamas abertas. E mais seguro usar xampu para lavar os cabelos na hora de remover os contaminantes.

3 - Javalis de Fukushima

O Japão foi atingido por um terremoto e um tsunami em 2011. Esse evento desencadeou um dos piores desastres desse século: os múltiplos colapsos da Usina Nuclear de Fukushima Daiichi. Após o desastre, em apenas 5 anos, os javalis passaram de 3.000 para 13.000. Eles começaram a ocupar prédios abandonados e precisavam de muita comida, causando os ataques à fazendas vizinhas, dando um prejuízo de mais de US$ 900 mil. Antes do acontecimento, os caçadores controlavam os animais, agora não arriscam comer porque estão infectados com o césio 137. Até mesmo os javalis que nasceram depois do acidente estão infectados.

4 - Cremações Radioativas

Um homem de 69 anos morreu em 2017 e foi cremado. Ninguém sabia que ele havia ido a um hospital três dias antes de sua morte. No local, ele recebeu lutetium Lu 177 dotatate. Este composto radioativo foi o tratamento para o tumor pancreático. Quando os restos mortais de uma pessoa são radiativos, a cremação libera os compostos no ar e os trabalhadores correm o risco de inalar. Este paciente em especial foi descoberto radioativo porque o hospital avisou o crematório. Essa foi a primeira contaminação registrada em crematórios, mas não o primeiro incidente. Os cientistas encontraram ainda um isótopo radioativo tecnécio Tc 99m em um dos trabalhadores.

5 - Minas de Saúde de Rádon

Anualmente, pessoas migram para Montana para realizarem tratamentos naturais. Os que buscam alívio da dor crônica entram nas minas a fim de respirar o ar radioativo O produto químico radioativo é capaz de causar câncer de pulmão. Apesar de todos os perigos, diversas pessoas sentam-se expostas ao urânio nas minas de ouro e inalam o ar irradiado por até 60 horas em um prazo de 10 dias. Alguns chegam a beber água contaminada com radônio. Os que acreditam nos benefícios da mina relatam uma grande diminuição das dores. No entanto, os cientistas alertam que as pessoas não façam isso, pois o elemento principal no local chega a matar 20 mil americanos por ano.

6 - Clube de Ciência Mortal

Em Massachusetts, a Escola Estadual Fernald foi abrigo para crianças abandonadas. A equipe brutalizava com frequência os meninos. Em busca de refúgio, diversos procuraram o clube de ciências da escola em 1949. Os membros receberam ingressos para eventos esportivos, viagem para fora do campus, presentes... e café da manhã radioativo. Uma marca de cereais, Quaker Oats, queria provar que a concorrência não era melhor. Eles cederam a marca para experimentos científicos em humanos. Aproximadamente 75 garotos comeram o material radioativo. A marca, que queria testar se sua farinha era capaz de combater a radiação do alimento, obteve a notícia de sucesso. A radiação felizmente não danificou a saúde ou o corpo dos estudantes.

7 - A Bolha de Chernobyl

Quando o reator número quatro de Chernobyl explodiu, em 1986, o mundo viveu o seu pior acidente nuclear da história. O desastre na Ucrânia enviou radiação para vários países, incluindo Japão e Estados Unidos. A fim de conter os destroços radioativos, uma concha enorme, conhecida como "sarcófago" foi erguida sobre o reator. Com medo de uma explosão a longo prazo, os construtores correram do trabalho. A construção rápida da carcaça deixou a estrutura metálica sem juntas aparafusadas ou soldadas. A corrosão rapidamente perfurou o telhado. Décadas mais tarde, o colapso era certo. Em 2016, o consórcio francês Novarka completou uma bolha ainda maior. O novo escudo era mais alto que a Estátua da Liberdade.

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Imagens
Diogo Quiareli
Geminiano, 24 anos, goiano.
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