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Conheça a história por trás de Albert Fish, o Vampiro do Brooklyn

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Com uma história repleta de sadismo e canibalismo, Albert Fish foi perseguindo crianças até que se tornou um dos mais macabros serial killers dos Estados Unidos. No entanto, você pode conhecê-lo por outro nome, o terrível “Vampiro do Brooklyn”.

De fato, a infância pode ser um fator decisivo na personalidade de uma pessoa. Dependendo de como alguém passa os primeiros anos de vida, todo o resto pode ser colocado em cheque. Foi exatamente isso que aconteceu com Albert Fish.

Como ele se tornou um assassino?

Ao longo de sua vida, Albert ganhou uma série de apelidos. Tudo por conta de seus crimes e vícios medonhos. Isso fez com que o homem, que era um dos maiores serial killers dos Estados Unidos, ficasse conhecido como o Homem Cinzento, Lobisomem de Wysteria, Maníaco da Lua e Vampiro do Brooklyn. Assim, muito da personalidade e dos transtornos de Albert podem ser explicados por conta de traumas adquiridos, enquanto ele ainda era criança.

Quando nasceu, no ano de 1870, em Washington DC, EUA, seu pai já estava com 75 anos. Isso fez com que o garoto ficasse órfão ainda muito cedo. Depois disso, Albert passou a viver em um orfanato. Com isso, tudo em sua vida passou a ir de mal a pior. No orfanato, o jovem Fish apanhava bastante e até chegou a ser chicoteado com bastante frequência. Com o tempo, Fish desenvolveu um gosto pela violência e até pelas agressões que sofria, começando assim, inclinações sadomasoquistas.

Durante a adolescência, Albert voltou a morar com a mãe e até conseguiu um emprego estável. Depois disso, Fish conheceu um garoto e os dois tiveram uma relação. Após algum tempo, o jovem Fish foi apresentado ao mundo da coprafagia. Ou seja, a prática de comer fezes. No entanto, seu sadismo só aumentava. Cada vez mais, ele desenvolvia interesses mórbidos como castração, automutilação e mutilação sexual. Por algumas vezes, até praticava tais atos nas crianças que sequestrava e abusava.

Muitos podiam dizer que ele levava uma vida normal

Perto dos 30 anos, sua mãe apresentou-lhe a uma mulher, com quem Albert se casou e teve seis filhos. Entretanto, mesmo comprometido, o homem continuou a ter relações homoafetivas extraconjugais que funcionavam à base do sadomasoquismo. Nessa época, ele trabalhava como pintor e abusava de meninos mais novos. Fish possuía preferência por meninos menores de seis anos, em sua maioria deficientes ou negros.

Em 1917, sua esposa o deixou para viver com outro homem. Isso fez com que as coisas piorassem ainda mais. Depois disso, ele começou a ouvir vozes e a se automutilar com mais frequência. Na mesma época, ele descobriu gosto por carne humana e desejo pela prática de canibalismo. Foi aí que veio a fama de Vampiro do Brooklyn.

Em 1927, aos 57 anos, o Vampiro do Brooklyn sequestrou um garoto de 4 anos. Com o pequeno em mãos, Fish o torturou, mutilou e o esquartejou. Em seguida, o cozinhou e comeu suas partes. No ano seguinte, Fish contratou um jovem de 18 anos que buscava emprego. Contudo, seu foco era em sua irmã, de apenas 10 anos. Ao conseguir confiança da família, a menina nunca mais foi vista novamente. Somente seis anos depois, ele escrevera uma carta para a família, explicando todos os detalhes de como sequestrou, esquartejou e comeu a carne da pequena Grace. Mas esse, também seria seu fim.

Por meio de um retrato falado, Fish foi pego pela polícia. No total, o assassino afirmou ter matado pelo 23 menores e molestado de mais de 400. No entanto, ele foi condenado apenas pela morte de Grace. Sendo condenado à morte por cadeira elétrica em 1935, sua sentença foi executada no ano seguinte, quando ele possuía 66 anos.

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