Quer parar de roncar? Aqui vão 4 mudanças simples para dormir tranquilo

Por que esse barulho todo?

O ronco pode parecer só um incômodo, mas afeta 40% dos adultos. E não é coisa boba: noites mal dormidas, cansaço logo cedo e até impacto na saúde ao longo prazo. O que rola fisicamente é que a via aérea lá atrás, na garganta, fica apertada, e aí a língua pode “desabar” e obstruir o ar quando a gente dorme de barriga para cima.

A gordura corporal também pode apertar essa região, e se o nariz está entupido, respiramos pela boca, o que empurra ainda mais a língua pra trás. É nesse caos que a sinfonia do ronco começa.

4 hábitos testados que quietam o ronco

O pneumologista Geraldo Lorenzi Filho, do InCor, diz que dá para reduzir, ou até eliminar, o ronco com algumas atitudes simples. Olha só:

  • Dormir de lado. É o truque mais fácil: de barriga para cima, a língua cai e impede o ar. De lado, ela fica no lugar. Um travesseiro alto para sustentar a cabeça e outro entre as pernas ajudam a manter o corpo alinhado.
  • Perder peso. A cada 10% de peso perdido, a apneia (irmã mais brava do ronco) pode melhorar até 30%. E roncar também dá uma desacelerada. A gordura acumulada na faringe e na língua aperta tudo.
  • Evitar álcool ou relaxantes à noite. Eles relaxam tanto os músculos da via aérea que até o ronco vira concerto. Deixar essas substâncias longe da cama ajuda a manter a garganta “acordada”.
  • Exercitar a garganta. A musculatura da faringe é como qualquer outra: quanto mais forte, menos cai. Fonoaudiólogos indicam exercícios que tonificam essa região e ainda ajudam em casos leves de apneia.

Vale a pena testar (ou combinar tudo)

Essas ações são simples, mas têm base: melhorar a posição ao dormir, morrer a gordurinha, ficar longe dos relaxantes noturnos e fortalecer a garganta podem transformar sua noite. O ronco deixa de ser tema de zoeira matinal para virar história antiga.

Pensando no resultado

Se nada disso funcionar, pode ser sinal de algo mais sério, como apneia do sono. Nesse caso, é importante buscar avaliação com especialista, como um pneumologista ou neurologista do sono. O ronco pode ser só um sintoma, mas vale tratá-lo com cuidado.

Fonte: CNN

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