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Uma nova evidência pode ter dado fim ao mistério da identidade de Jack, o Estripador

POR Diogo Quiareli    EM Curiosidades      22/03/19 às 17h00

Você já deve ter ouvido a história de Jack, o Estripador, né? Esse caso é muito famoso, tanto pela crueldade, quanto pelos mistérios envolvendo os passos do vilão real. Uma das coisas mais intrigantes no caso é o fato de que até hoje a Polícia de Londres nunca conseguiu desvendar a verdadeira identidade dele. Eles buscam, há anos, saber quem foi o homem que espalhou terror e caos pelas ruas da capital britânica no século 19. Essa pessoa ganhou o apelido de "Jack, o Estripador" por causa da crueldade e frieza dos seus crimes.

No entanto, uma notícia recente chamou a atenção do mundo inteiro. O mistério envolvendo a sua identidade pode finalmente ter chegado ao fim. Isso aconteceu graças a um grupo de cientistas que afirmam ter realizado a análise genética mais avançada já feita em relação aos assassinatos cometidos pelo homem. Jack mutilava suas vítimas, desfigurava-as e extirpava os órgãos de quem caísse em suas mãos. Segundo a imprensa local, Jack, um dos mais notórios assassinos em série da história humana, foi acusado de matar pelo menos cinco mulheres no ano de 1888. Esses crimes teriam acontecido no bairro de Whitechapel, localizado no leste de Londres.

A maioria das vítimas do assassino eram prostitutas e tiveram suas entranhas colocadas para fora. Esse caso serviu de inspiração e ainda inspira diversos filmes e livros. Existe até um tour temático pelo leste da capital inglesa. O possível descobrimento da identidade do assassino está causando um grande burburinho ao redor do mundo.

Velho conhecido

Os pesquisadores Jari Louhelainen e David Miller, das universidades John Moores e Leeds, divulgaram o estudo que realizaram na revista acadêmica Journal of Forensic Sciences. Para os dois estudiosos, Jack teria sido justamente o principal suspeito da polícia desde o começo, ou seja, Aaron Kosminski. Esse era um barbeiro polonês de 23 anos na época dos crimes. É a primeira vez que a acusação é sustentada por uma prova genética e publicada em uma publicação acadêmica. Louhelainen e Miller fizeram um exame forense em um xale de seda.

Segundo os pesquisadores, esse teria sido encontrado ao lado do corpo mutilado de Catherine Eddowes, a quarta vítima de Jack, em 1888. Na peça, havia alguns resíduos do que a polícia da época acreditava ser de sangue e sêmen. Os estudiosos responsáveis pelo estudo expandiram os exames genéticos desses resíduos. Assim encontraram fragmentos de DNA mitocondrial (herança genética por lado da mãe). Esses foram comparados com amostras de descendentes vivos da vítima e do suspeito.

O resultado disso coincide com o de um parente vivo de Kosminski, segundo os pesquisadores. Da análise do DNA também foi possível concluir que o assassino tinha cabelos e olhos castanhos. Isso bate muito com os relatos de uma testemunha na época. "Essas características seguramente não são únicas", disseram os dois pesquisadores no artigo publicado. Eles ponderam que os olhos azuis são mais comuns do que os castanhos na Inglaterra.

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Via   BBC     IFL Science  
Imagens Kitchendecor
Diogo Quiareli
Geminiano, 24 anos, goiano.
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